adquiriu o carro 100, que também manteve o número e a cor da Estrela teve mínimas mudanças, a mais notada foi a pintura de uma faixa verde na lateral do ônibus .Com o 27 fazendo linha escolar pelo interior de Muçum, o carro 100 foi destinado exclusivamente ao Turismo. Equipado com banheiro, divisória de cabine do motorista e salão de passageiros, TV, poltronas de tecido e banco leito para motorista auxiliar instalado na frente do carro, logo na entrada da porta, ficava também dividido do salão de passageiros, o carro 100 tinha capacidade para 40 passageiros e era o xodó da empresa, sendo tratado realmente, a pão de ló, só saía da garagem para Turismo mesmo. Em meados de 1995, o Curtume Aimoré de Encantado, precisava fazer o transporte de funcionários que moravam em Muçum e a empresa dos Bassani foi contratada e, é claro que o Clécio não ia fazer esse transporte com o Nielson e precisou comprar outro ônibus, dessa vez, o achado foi no interior de Monte Belo do Sul, é aqui que entra na história o Camelinho.
Na cor azul, sem nome, apenas a inscrição Turismo e o número 005 Precisando de uns reparos na pintura, o Clécio começou a fazer o serviço com um chapeador de nome Bronca, e não iam alterar a cor, é aí que eu entro na história. Apaixonado por ônibus desde que me conheço por gente, sempre tive o hobby de registrar imagens em fotografias ou desenhos feitos de próprio punho, eu estava passando e vi aqueles dois senhores lixando o ônibus pra pintar, então me ofereci para me juntar a eles nessa tarefa e tendo observado que os carros 100 e 27 tinham como cor predominante verde, amarelo e vermelho, eu fiz o layout da pintura das faixas originais da Ouro e Prata, nessas três cores. Desenhei um Camelinho e pintei com essas cores. O desenho agradou tanto ao Clécio, que me contratou imediatamente para o serviço da pintura do Camelinho. O resultado:

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